Saúde

Cardiologista lembra da evolução do segmento na Bahia; ouça a entrevista

Com 40 anos dedicados a medicina, o médico cardiologista José Carlos Brito, falou, em entrevista à Rádio Metrópole, como vê a profissão de médico, que foi comemorada na última terça-feira (18). Ele que fez formação em cardiologia clínica e posteriormente em cardiologia intervencionista realizadas no Hospital Santa Izabel, comemorou a evolução da especialidade na Bahia. [Leia mais...]

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Foto : Tácio Moreira /Metropress

Por Milene Rios e Camila Tíssia no dia 23 de Outubro de 2016 ⋅ 09:30

Com 40 anos dedicados a medicina, o médico cardiologista José Carlos Brito, falou, em entrevista à Rádio Metrópole, como vê a profissão de médico, que foi comemorada na última terça-feira (18). Ele que fez formação em cardiologia clínica e posteriormente em cardiologia intervencionista realizadas no Hospital Santa Izabel, comemorou a evolução da especialidade na Bahia 

“Me formei em 1976. Nasci, me criei, me formei e vivo hoje naquele entorno do Hospital Santa Isabel. Nasci no victorino, estudei na Bahiana [Faculdade de Medicina] morei ali perto do Aquidabã e hoje continuo. Minha vida é aquele Centro. O médico ele tem aquele momento que se forma e faz o juramento, que não é só uma frase. São vários tópicos que se observar aquilo que esta escrito, vê o quanto ele será importante para os seres humanos e a sua principal missão que é cuidar das pessoas. Os conselhos de Esculápio - dividade grega da medicina que diz - "quer ser médico, isso é de uma alma digna generosa de amor aos semelhantes, pode até considerar que os humanos lhe considere um deus, mas deve lembrar que é um simples mortal". Isso serve para nortear a cabeça de quem pretende fazer medicina. Devo aos meus pais essa profissão que tanto amo”, declarou o profissional no dia em que que comemora o dia do médico. 

José Carlos Brito falou sobre a especialidade de cardiologia, que está entre as áreas que mais avançaram na Bahia. O Hospital Santa Isabel, onde Brito atua, tem um dos atendimentos mais complexos do país.  “Até por gostar muito de esportes. Eu não tinha tendência a fazer ortopedia, pelo envolvimento da especialidade. Mas depois de algumas aulas com um professor Renato Lubo - cardiologista de uma grande didática - e eu disse 'vou fazer isso aí que ele faz os . Os colegas falavam que era difícil, e escolhi fazer cardiologia. No final da graduação foi quando chegou o grupo do Hospital Santa Isabel, eu me engajei nesse grupo, ainda como estudante e aí segui a cardiologia e estou lá junto a essas pessoas”, contou Brito. 

Ouça a entrevista completa:

 

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