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Ex-namorada defende Michael Jackson de acusações de abuso sexual: 'Acho horrível'

Shana Mangatal, que afirma ter vivido um romance com o cantor nos anos 1990, disse: "Essas alegações de abuso sexual são o que o matou"

[Ex-namorada defende Michael Jackson de acusações de abuso sexual: 'Acho horrível']
Foto : Divulgação

Por Metro1 no dia 01 de Fevereiro de 2019 ⋅ 10:50

Suposta ex-namorada de Michael Jackson, Shana Mangatal concedeu entrevista ao jornal inglês "The Sun" sobre sua relação com o artista e as acusações de abuso sexual de crianças que recaem sobre ele. O assunto voltou à tona desde a estreia do documentário "Leaving Neverland", de Dan Reed, sobre duas supostas vítimas do Rei do Pop. Shana, que teria namorado Michael nos anos 1990, insistiu que o astro não era atraído sexualmente por crianças, já que ele amava demais as mulheres. Ela também comentou que o cantor não era assexual, como muitos acreditavam, e que, ao contrário, era um amante maravilhoso e experiente, e que nenhum homem nunca irá se comparar a ele. 

Autora do livro "Michael and Me: The Untold Story of Michael Jackson's Secret Romance", Shana, que atualmente tem 48 anos de idade, afirmou que a relação do cantor com crianças era totalmente inocente e que ele nunca faria mal a nenhuma delas. Ela, que trabalhava para a empresa de Michael, ainda disse que muitos pais empurravam os seus filhos para o astro e que eram tantas crianças que muitas delas brigavam para ter a atenção do cantor. 

Shana contou também que conheceu Michael aos 17 anos de idade. Ela disse que, embora todos soubessem que ele adorava sair com garotos, não havia nada de sexual nisso - e era óbvio desde o início que ele amava as mulheres. Segundo seu relato, após meses flertando com ela pelo telefone, e pessoalmente no escritório, Jackson finalmente a beijou, o que ela descreve como a realização de todos os seus sonhos.

Sobre as acusações de abuso sexual descritas no documentário "Leaving Neverland", Shana foi bem direta: "Acho horrível. Esses dois garotos que o acusam dessas coisas no documentário eram dois de seus melhores amigos, com quem ele realmente se importava. Eles o amavam e ele os amava, mas de uma maneira pura e inocente. Ele nunca pensaria que de todas as pessoas, esses meninos se voltariam contra ele: ele realmente deu a eles o mundo", disse. 

E continuou: "Essas alegações de abuso sexual são o que o matou. As primeiras alegações de Jordy Chandler foram o começo. Ele não era o mesmo depois daquelas. E depois do segundo, basicamente acabou para ele. Ele estava morto por dentro, tão deprimido, não havia mais faísca em seus olhos. Você pode se imaginar sendo acusado dessas coisas quando toda a sua vida é dedicada a ajudar e proteger as crianças, e agora você está sendo visto como o oposto disso? Ele não aguentou e não pode entender. Tanto que ele pensou que as pessoas estavam em uma conspiração contra ele para destruí-lo. Ele ficaria de coração partido com isso, mas ele nunca culparia as crianças. Mesmo quando ele estava vivo, ele nunca culpou as crianças, ele culpou seus pais. E ele ficaria feliz em ver como seus fãs estão apoiando ele".

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