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Ministério da Educação suspende vestibular de sete cursos da Bahia

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Ministério da Educação suspende vestibular de sete cursos da Bahia

Sete cursos na Bahia foram proibidos pelo Ministério da Educação (MEC) de realizarem vestibular. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (23), no Diário Oficial da União. No Brasil, 68 cursos foram proibidos de realizar um novo processo seletivo, proibindo o ingresso de novos alunos. Contudo, de acordo com o MEC, os estudantes que tenham passado na seleção e já estejam matriculados terão o direito de cursar a graduação normalmente. [Leia mais...]

Ministério da Educação suspende vestibular de sete cursos da Bahia

Foto: Reprodução/Agência Brasil

Por: Matheus Simoni no dia 23 de dezembro de 2015 às 15:52

Sete cursos na Bahia foram proibidos pelo Ministério da Educação (MEC) de realizarem vestibular. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (23), no Diário Oficial da União. No Brasil, 68 cursos foram proibidos de realizar um novo processo seletivo, proibindo o ingresso de novos alunos. Contudo, de acordo com o MEC, os estudantes que tenham passado na seleção e já estejam matriculados terão o direito de cursar a graduação normalmente.

O motivo da punição é a baixa aprovação das graduações no Conceito Preliminar de Curso (CPC), indicador de qualidade do ensino superior que avalia o curso em uma nota que vai até 5. As formações apontadas como insatisfatórias tiraram 1 e 2 nas duas últimas avaliações do MEC, feitas em 2011 e 2014.

Na Bahia, os cursos que estão na lista do MEC são Educação Física, Letras e Música da Universidade Católica do Salvador (Ucsal); Ciências Biológicas da Universidade Federal da Bahia (Ufba); Engenharia Elétrica da Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC) e Música da Faculdade Evangélica de Salvador (Facesa).

"Os [cursos] que tiveram avaliação insatisfatória, mas melhoraram de situação de 2011 para 2014, têm o vestibular suspenso, mas poderão reabrir a partir de um protocolo de compromisso em que demonstram ao MEC que serão tomadas as medidas necessárias para recuperar a qualidade do curso", explicou o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, em nota divulgada no portal do MEC.