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Bahia

Novas vacinas têm até o início de março para chegar à Bahia, diz subsecretária de Saúde

Prazo vai desta terça-feira até o início do próximo mês, mas quantidade de imunizantes ainda é pouca

[Novas vacinas têm até o início de março para chegar à Bahia, diz subsecretária de Saúde]
Foto : Metropress

Por Matheus Simoni no dia 23 de Fevereiro de 2021 ⋅ 10:27


A subsecretária estadual da saúde, Tereza Paim, afirmou que novas doses da vacina contra o coronavírus podem chegar à Bahia entre esta terça-feira (23) e o dia 3 de março. Ela disse que o estado vem recebendo a vacina em conta gotas e que as quase 440 mil doses que chegaram à Bahia já foram aplicadas, sendo que a segunda dose foi garantida. Em entrevista a José Eduardo na Rádio Metrópole hoje (23), a representante da pasta afirmou que a quantidade prevista para chegar ao estado é abaixo do esperado.

"A vacina tinha previsão de chegada hoje, mas não aconteceu. O Ministério da Saúde fez uma previsão de chegada a partir de hoje até o dia 2 ou 3 de março. Lembrando a todos que o quantitativo de doses que virão é 30% menor que a expectativa que fazíamos. É importante que a população saiba que nós não estamos ainda com um percentual que seja factível a nenhuma aglomeração. Estamos apenas com 2.5% da população vacinada e agora tomando a segunda dose. Essa imunidade através do imunobiológico acontece 15 dias após a segunda dose", afirmou Paim.

Ainda de acordo com a subsecretária, as doses ainda são insuficientes para garantir uma imunidade satisfatória do grupo de risco. Para chegar ao indicador, ela reforça a necessidade de imunizar o grupo de idosos com mais de 75 anos. "Esperamos que dia 3 de março ela esteja aqui. É um compromisso e esperamos que seja cumprido, ainda que em doses ainda insuficientes para que a gente tenha a população minimamente da primeira fase. A população maior de 75 anos precisa estar imunizada. É a população que está em 70% nos hospitais. São eles que morrem. A mortalidade dessa faixa etária é alta. Precisamos prevenir. A vacina faz com que as pessoas tenham uma doença mais leve, se tiverem, que não sejam internadas ou morram. Mas é preciso da segunda dose e 15 dias depois para que nosso sistema imunológico dar o ok de que a gente está melhor protegido", declarou.

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