Bahia

Rui pede tranquilidade e afirma: "Não acredito no processo de impeachment"

O governador Rui Costa (PT) se posicionou no início da tarde desta quinta-feira (17), sobre a atual situação política do país. Sem falar diretamente sobre a divulgação das conversas interceptadas entre Dilma e Lula, Rui foi generalista e defendeu que o país precisa voltar a crescer e que as pessoas não devem se atacar por divergências partidárias. [Leia mais...]

[Rui pede tranquilidade e afirma:
Foto : Reprodução

Por Bárbara Silveira e Gabriel Nascimento no dia 17 de Março de 2016 ⋅ 12:50

O governador Rui Costa (PT) se posicionou no início da tarde desta quinta-feira (17), sobre a atual situação política do país. Sem falar diretamente sobre a divulgação das conversas interceptadas entre Dilma e Lula, Rui foi generalista e defendeu que o país precisa voltar a crescer e que as pessoas não devem se atacar por divergências partidárias. "Precisamos voltar a conviver. Do mesmo jeito que tem casal que um é Bahia e outro é Vitória, podemos ter na mesma família, um que é um partido e outro de outro. As pessoas não precisam se xingar, se agredir porque são de partidos diferentes", afirmou.

Rui afirmou ainda que em determinadas situações a população acaba sendo responsável por incitar a intolerância em redes sociais e disse ainda que o processo de impeachment deve ser encerrado para o país voltar a crescer. "Estamos estimulando pela mídia e pelas redes sociais o ódio entre as pessoas. Não acredito no processo de impeachment. Acho que para o bem do Brasil precisamos encerrar esse assunto. Não defendo que as pessoas sejam livres porque exerceram cargos importantes, todos tem que ser tratados da mesma forma o que não podemos é parar o pais enquanto se investiga", destacou.

O governador questionou ainda o andamento das investigações e afirmou que juizes não devem ter notoriedade na mídia. "Porque um soldado quando age ilegalmente vai preso e um juiz federal pode ser orgulhar de cometer uma ilegalidade? Me desculpe, não posso concordar com isso. Ele tá sim querendo um privilégio. Na alemanha e nos Estados Unidos por exemplo, juiz não aparece dando entreivsta nem coletiva, nem é midiaico, muito pelo contrario. Quem julga tem que ter impacialidade", completou.

 

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