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Apesar de acordo com governo, sindicato de professores mantém greve nas universidades federais

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Apesar de acordo com governo, sindicato de professores mantém greve nas universidades federais

A classe de trabalhadores decidiu manter os protestos para o reajuste salarial, que já dura mais de 50 dias sem aulas em 63 instituições espalhadas pelo Brasil

Apesar de acordo com governo, sindicato de professores mantém greve nas universidades federais

Foto: UFBA

Por: Metro1 no dia 29 de maio de 2024 às 16:06

Atualizado: no dia 29 de maio de 2024 às 16:34

Mesmo após entrar em acordo com o Governo Federal, a Federação de Sindicatos de Professores e Professoras de Instituições Federais de Ensino Superior e de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (Proifes) informou que a categoria irá continuar com a paralisação das atividades em universidades e institutos federais por tempo indeterminado.

Assembleias foram realizadas nesta terça-feira (28) e a categoria teve maioria de votos para manutenção da greve. Os professores reivindicam reajuste salarial de 7,06% em 2024, de 9% em janeiro de 2025 e de 5,16% em 2026. Entretanto, o governo negou o aumento deste ano, oferecendo 9% em 2025, e 5,16% em 2026.  

Com a proposta, a classe de trabalhadores decidiu manter os protestos para o reajuste salarial, que já dura mais de 50 dias sem aulas em 63 instituições espalhadas pelo Brasil. Dentre elas, estão a Universidade Federal da Bahia (Ufba), Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufsb) e a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (Ufrb).

Segundo publicação da Folha de São Paulo, a votação pela manutenção do estado de greve já era prevista, visto que o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes), negou a proposta do governo para negociação salarial. A divergência com a Proifes indica que as instituições têm posturas distintas em relação às demandas.