Bahia
Frente fria mantém tempo instável e traz chuva para Salvador e interior da Bahia neste fim de semana

Em greve há mais de 20 dias, professores municipais de Simões Filho se reuniram em uma caminhada pelas ruas da cidade, na manhã desta sexta-feira (8). [Leia mais...]

Foto: Leitor/Metro1
Em greve há mais de 20 dias, professores municipais de Simões Filho se reuniram em uma caminhada pelas ruas da cidade, na manhã desta sexta-feira (8). Os trabalhadores cobram melhorias nas condições de trabalho, a redução da carga horária, a igualdade do piso com o piso nacional e outros direitos assegurados no Plano Nacional de Educação (PNE) e Plano Municipal de Educação (PME), além do plano de carreira.
O líder do movimento, professor Maurício Valério, criticou o prefeito Eduardo Alencar (PSD), pela falta de compromisso com os professores. "O prefeito quer pagar o retroativo em 100 parcelas. Não aceitamos isso. Ele vai sair da gestão em dezembro e o novo gestor não vai ter a obrigação de pagar essa dívida com os professores. A dívida foi feita na gestão dele, ele fez a bola de neve. Queremos que ele pague pelo menos em 12 meses. Ele fez um acordo conosco e não cumpriu", disse ao Metro1.
Válerio destacou ainda a falta de atenção da mídia à situação da educação em Simões Filho. "As greves de Lauro e de Camaçari foram noticiadas por todas as redes de televisão. Só que em Simões Filho, ninguém faz. Achamos que a questão do monopólio do poder interfere", disse. Estima-se que greve afeta pouco mais de 20 mil estudantes. Uma nova assembleia está marcada para a próxima segunda-feira (11), na Câmara de Vereadores, acompanhada de um ato fúnebre.
O Metro1 entrou em contato com a prefeitura de Simões Filho, mas até o momento não obteve resposta.
📲 Clique aqui para fazer parte do novo canal da Metropole no WhatsApp.