
Bahia
Médica suspeita de envolvimento em esquema de diplomas falsos é solta na Bahia
Aline Candice Carlos Magalhães estava presa desde 12 de agosto, quando foi alvo da Operação Canudo, da Polícia Federal

Foto: Reprodução/Redes Sociais
A médica Aline Candice Carlos Magalhães, presa durante uma operação da Polícia Federal que investiga um esquema de falsificação e venda de diplomas de medicina, foi solta dez dias após a prisão. A informação foi confirmada nesta sexta-feira (21) pela defesa da investigada para o G1.
Segundo os advogados, a liberdade foi restabelecida após um pedido apresentado à Justiça Federal. A defesa afirma que as provas reunidas contra a médica são frágeis e que não demonstrariam participação dela em falsificações de documentos.
Aline foi presa no dia 12 de agosto, durante a Operação Canudo, que cumpriu mandados na Bahia e em Minas Gerais. De acordo com a investigação, o grupo seria responsável pela produção e comercialização de documentos acadêmicos falsificados, utilizados para facilitar o acesso a cursos de medicina e a obtenção de registros profissionais.
A investigação da PF começou em 2023, após o Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul identificar um diploma falso apresentado para obtenção de registro profissional. A partir do caso, os investigadores encontraram indícios de uma rede especializada na falsificação de documentos acadêmicos. As apurações continuam para identificar outros possíveis envolvidos.
Em nota, a defesa afirmou acreditar na inocência da médica e destacou que ela poderá retornar ao exercício da profissão. A investigação, no entanto, segue em andamento.
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