Bahia

Mutirão de Cirurgias: cidades com mais cadastrados terão prioridade

O projeto Mutirão de Cirurgias — que tem como objetivo diminuir a fila de espera para a realização de cirurgias — foi lançado pelo governador Rui Costa (PT), na manhã desta segunda-feira (15), em Salvador. Em seu discurso, realizado no auditório do Senai/Cimatec, Rui detalhou a ação e anunciou as primeiras cidades que receberão o projeto itinerante na primeira fase: Ilhéus, Jequié, Ipiaú e Jaguaquara. [Leia mais...]

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Foto : Tácio Moreira/Metropress

Por Gabriel Nascimento e Camila Tíssia no dia 15 de Agosto de 2016 ⋅ 11:36

O projeto Mutirão de Cirurgias — que tem como objetivo diminuir a fila de espera para a realização de operações — foi lançado pelo governador Rui Costa (PT), na manhã desta segunda-feira (15), em Salvador. Em seu discurso, realizado no auditório do Senai/Cimatec, Rui detalhou a ação e anunciou as primeiras cidades que receberão o projeto itinerante na primeira fase: Ilhéus, Jequié, Ipiaú e Jaguaquara. "Gosto muito de trabalhar com estímulo e metas. Em vez de seguir o calendário, a região seguinte será a região que durante a primeira fase mais cadastrar pacientes. Aonde estiver o maior número de cadastrados, essa deve ser a etapa seguinte", afirmou.

"Vamos premiar, reconhecer o trabalho dos secretários municipais, das pessoas envolvidas naquela região que se esforçaram para cadastrar. Não seria correto alguns municípios com volume enorme terem que esperar mais alguns meses. Quem mais cadastrar serão os próximos", ressaltou.

De acordo com Rui, o sucesso da ação vai depender do número de pessoas cadastradas por região. "Queremos atingir rapidamente o mínimo da nossa meta que é de 13 mil [cirurgias]. Isso dependerá da nossa mobilização de fazer acontecer", disse. O governador aproveitou ainda para chamar a atenção em relação à carência de recursos públicos do governo federal para a Saúde. "Vivemos em um país que tem um bom modelo de saúde, que é o SUS [Sistema Único de Saúde], mas que sofre um subfinanciamento gigantesco. O volume de recursos disponibilizados para a saúde pública do Brasil não responde às necessidades do nosso país", completou.

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