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Luiz Caldas relembra começo da carreira e diz: "Estou feliz da vida"

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Luiz Caldas relembra começo da carreira e diz: "Estou feliz da vida"

O cantor e compositor Luiz Caldas, um dos nomes mais importantes da música brasileira, contou como começou sua carreira, em conversa com Mário Kertész, durante o Jornal do Meio Doa, na tarde desta quinta-feira (19). [Leia mais...]

Luiz Caldas relembra começo da carreira e diz: "Estou feliz da vida"

Foto: Tácio Moreira/ Metropress

Por: Matheus Morais e Gabriel Nascimento no dia 19 de janeiro de 2017 às 12:45

O cantor e compositor Luiz Caldas, um dos nomes mais importantes da música brasileira, contou como começou sua carreira, em conversa com Mário Kertész, durante o Jornal do Meio Dia, na tarde desta quinta-feira (19). Segundo Caldas, com quatro anos, ele não brincava com brinquedos normais. 


"Um cabo de vassoura virava pedestal, uma lata virava tambor, tudo relacionado à música, meus pais tinham um bom gosto musicial, minha mãe cantava também e eu do lado aprendendo tudo. Com sete anos, eu cantei no aquário sete e desse dia em diante nunca mais parei. Com 10 anos, já morava só com grupos de bailes, dos 7 aos 16, eu toquei em baile e depois subi no trio elétrico Orlando Campos", disse. 

"Tocava no baile para 400 pessoas e no trio para mais de 20 mil pessoas. E aí que eu quero mostrar minha música, Orlando sempre teve um carinho muito grande, ele deixava a gente muito a vontade, não dizia o que não podia fazer, tanto que tem um disco que eu coloquei um piano acústico no disco, colocar uma guitarra já era perigoso para o trio elétrico como diziam, e ele não, fique a vontade, foi o primeiro lugar onde eu tive tive carta branca para mostrar minha música de vários segmentos. A música sempre esteve em minha vida, e estou aqui hoje, feliz da vida.", completou. 

O compositor relembrou ainda que do Tapajós foi para a gravadora WR para gravar jingles e outras coisas. Caldas ressaltou que a música sempre esteve em sua vida. "A primeira música que tocou foi Oxumalá a segunda me colocou num status bem melhor, axé pra lua, que é uma homenagem a Luiz Gonzaga, eu não escrevia direitinho e fiz uma concha e deu certo. Comecei a querer fazer sucesso sem o nome de um grupo atrás aí, montei grupo, os espaços que [Wesley] Rangel tinha no estúdio, vagos,  a gente ia gravando música, e assim gravei o primeiro disco, Magia, que tem Fricote, e essa música é um marco para história do Axé. Fui contratado pela Polygram e passei 10 anos lá, o Axé Music foi tomando corpo e graças a Deus se tornou isso aí", explicou.