Bahia
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Após mais uma rodada de negociações nesta terça (6), os representantes do Sindicato dos Vigilantes da Bahia não chegaram a um acordo com os empresários e decidiram manter a greve que atinge 12 mil trabalhadores na cidade. Os dois lados voltaram a se reunir na sede do Ministério Público do Trabalho (MPT) para mais uma rodada de negociações. Segundo o sindicato, são cerca 32 mil trabalhadores paralisados na Bahia.[Leia mais...]

Foto: Divulgação/CUT-BA
Após mais uma rodada de negociações nesta terça (6), os representantes do Sindicato dos Vigilantes da Bahia não chegaram a um acordo com os empresários e decidiram manter a greve que atinge 12 mil trabalhadores na cidade. Os dois lados voltaram a se reunir na sede do Ministério Público do Trabalho (MPT) para mais uma rodada de negociações. Segundo o sindicato, são cerca 32 mil trabalhadores paralisados na Bahia.
O Sindicato dos Vigilantes acusa os empresários ainda de tentarem alterar um Termo de Ajustamento e Conduta (TAC) assinado com a categoria em 2012, para prorrogar a jornada de 12h de trabalho. De acordo com os trabalhadores os patrões seguem intransigentes. Entre as reivindicações, está o aumento de 7% no piso salarial. No entanto, os empresários decidiram conceder apenas 1% de aumento.
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