Quarta-feira, 08 de abril de 2026

Faça parte do canal da Metropole no WhatsApp

Home

/

Notícias

/

Bahia

/

Dois anos sem Albergaria: ouça comentário sobre bastidores da comunicação

Bahia

Dois anos sem Albergaria: ouça comentário sobre bastidores da comunicação

Há dois anos, a Bahia dava adeus a Roberto Albergaria — um dos maiores intelectuais da história do estado, por mais que o próprio 'Albrega' não gostasse muito de ser chamado assim. E a Metrópole, da qual Albergaria foi membro — Opa! — por mais de uma década, não deixa que nossos ouvintes e leitores se esqueçam de quão brilhante ele era. [Leia mais...]

Dois anos sem Albergaria: ouça comentário sobre bastidores da comunicação

Foto: Daniele Rodrigues/Metropress

Por: Felipe Paranhos no dia 03 de julho de 2017 às 18:04

Há dois anos, a Bahia dava adeus a Roberto Albergaria — um dos maiores intelectuais da história do estado, por mais que o próprio 'Albrega' não gostasse muito de ser chamado assim. E a Metrópole, da qual Albergaria foi membro — Opa! — por mais de uma década, não deixa que nossos ouvintes e leitores se esqueçam de quão brilhante ele era.

Relembre agora um comentário de Albrega sobre o jornalismo, algo que ele conhecia profundamente, apesar de não ter formação na área. 'Informação e explicação é só ilusão!'


Sobre Albergaria

Roberto Albergaria de Oliveira foi um dos maiores nomes da história da Universidade Federal da Bahia (Ufba), transcendendo o ambiente acadêmico e conquistando espaço e credibilidade na imprensa do estado por sua capacidade de falar com propriedade dos mais variados assuntos — não à toa, a expressão bem-humorada 'Não tem especialista? Ouve Albergaria' se popularizou nas redações baianas. Ele se formou em história na Ufba em 1974, poucos anos depois de abandonar a faculdade de direito. Depois, conquistou o diploma de estudos aprofundados em Antropologia, Etnologia e Ciências das Religiões pela Universidade de Paris VII, e em Sociedade e História Americanas pela Universidade de Paris I, além do doutorado em Antropologia pela Universidade de Paris VII.

Foi também professor associado da Ufba, com trabalhos que discutiam sobretudo mídia, carnaval, simbolismo e baianidade, no Departamento Antropologia e Etnologia da instituição.

Fora da academia, além dos polêmicos comentários semanais na Rádio Metrópole, foi um dos responsáveis por um dos mais importantes marcos da imprensa baiana nos anos 2000, o Carnaval do Papão, no jornal A Tarde.