
Bahia
Reunião entre MP e advogados de médicos acusados de cegar pacientes termina sem acordo
Caso aconteceu em 2009 no sul da Bahia

Foto: Reprodução/ TV Santa Cruz
A audiência entre o Ministério Público da Bahia e os advogados dos dois médicos responsáveis por um mutirão de catarata que cegou mais de 40 pacientes terminou sem acordo.
Alaílson Mendes Britos e Wagner Gomes Dias, os profissionais acusados no caso, respondem por danos materiais, morais e estéticos. Já a prefeitura de Eunápolis, onde a ação aconteceu, foi denunciada por negligência, pela falta de fiscalização dos procedimentos.
A promotoria pedia R$ 40 mil de indenização para cada um dos pacientes. A proposta foi negada pelos advogados, que alegaram falta de recursos financeiros dos clientes. Em contrapartida, eles ofereceram R$ 25 mil.
De acordo com o G1, o MP informou que um novo encontro com as vítimas foi marcado para o início da próxima semana.
Caso – O mutirão de cirurgias de catarata aconteceu em julho de 2009 em Eunápolis, no sul do estado, dentro de uma clínica particular contratada pela prefeitura. Segundo o MP, 73 pessoas foram atendidas e 42 perderam total ou parcialmente a visão devido a infecção pela bactéria pseudomonas aeruginosa.
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