
Bahia
Rui Costa apresenta projeto de construção de policlínica na RMS
O governador Rui Costa (PT) anunciou na última quarta-feira (2), após reunião com 13 prefeitos da Região Metropolitana de Salvador (RMS), a construção da primeira policlínica da região. A ação é parte do projeto dos Consórcios de Saúde e funciona como uma forma de desafogar o sistema e melhorar o atendimento à população. O anúncio foi feito durante o primeiro encontro da Entidade Metropolitana em 2015[Leia mais...]

Foto: Amanda Oliveira/GOVBA
O governador Rui Costa (PT) anunciou na última quarta-feira (2), após reunião com 13 prefeitos da Região Metropolitana de Salvador (RMS), a construção da primeira policlínica da região. A ação é parte do projeto dos Consórcios de Saúde e funciona como uma forma de desafogar o sistema e melhorar o atendimento à população.
O anúncio foi feito durante o primeiro encontro da Entidade Metropolitana em 2015, e contou também com as presenças dos secretários Carlos Martins (Desenvolvimento Urbano), Josias Gomes (Relações Institucionais) e João Leão (Planejamento). Ainda estiveram presentes os prefeitos de Madre de Deus, Jeferson Andrade; de São Francisco do Conde, Evandro Almeida; de São Sebastião do Passé, Simões Filho, Eduardo Alencar; Dias D´Ávila, Camaçari, Ademar Delgado; de Lauro de Freitas, Márcio Paiva; de Mata de São João, João Gualberto Vasconcelos, e de Vera Cruz, Antônio Magno.
O projeto visa a participação e envolvimento do Estado nos consórcios (31 no total), que atualmente envolvem apenas municípios. Com isso, o governo passa a ser responsável pela gestão regionalizada de serviços, como unidades de pronto atendimento, laboratórios regionais e, eventualmente, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192), e hospitais municipais.
A estimativa do governo é construir 28 policlínicas com até 13 especialidades, 32 serviços e equipamentos - a exemplo de tomógrafos e de ressonância magnética - para rastreamento de câncer de mama e outros exames. A proposta prevê ainda que o Estado seja o responsável pela construção e aquisição dos equipamentos das unidades, além de cofinanciar até 40% da manutenção, enquanto os municípios consorciados irão ratear o restante.
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