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Brasil

Em meio ao segundo pico da Covid-19, estado do Amazonas tem dificuldade para comprar oxigênio

De acordo com o governador Wilson Lima (PSC), os fornecedores de oxigênio da região não têm capacidade de atender a demanda

[Em meio ao segundo pico da Covid-19, estado do Amazonas tem dificuldade para comprar oxigênio]
Foto : Divulgação/Simeam

Por Juliana Rodrigues no dia 11 de Janeiro de 2021 ⋅ 11:40

O cenário caótico da segunda onda da Covid-19 no Amazonas é agravado pela dificuldade para comprar cilindros de oxigênio. O estado já vive superlotação dos hospitais e prontos-atendimentos, falta de leitos, macas nos corredores e mortes de pessoas em casa, sem assistência médica.

De acordo com o governador Wilson Lima (PSC), os fornecedores de oxigênio da região não têm capacidade de atender a demanda crescente do estado por causa da ampliação de leitos para pacientes com a Covid-19. Em vídeo divulgado nas redes sociais, Lima afirmou que o número de leitos aumentou de 457 para 1.164 e o volume de oxigênio líquido contratado pelo governo durante a pandemia passou de 176 mil para 850 mil metros cúbicos por mês, um acréscimo de 382,9%. "Estamos entrando em uma situação dramática. E se nada for feito nós próximos dias ficaremos sem esse produto", disse.

O governo do Amazonas pediu ajuda às Forças Armadas para transportar cilindros de outros estados e estuda a possibilidade de montar miniusinas de oxigênio. Lima ainda pediu que outros governantes indiquem empresas que possam fornecer o produto.

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