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Barroso nega pedido de Cunha para ir livremente à Câmara se defender

Foi negado na última quinta-feira (23), pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), o pedido do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que queria transitar livremente pela casa legislativa para se defender no processo de cassação de seu mandato [Leia mais...]

Barroso nega pedido de Cunha para ir livremente à Câmara se defender

Foto: Reprodução/ TV Jurerê

Por: Alaine Brasil no dia 24 de junho de 2016 às 09:00

Foi negado na última quinta-feira (23), pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), o pedido do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que queria transitar livremente pela casa legislativa para se defender no processo de cassação de seu mandato.

No pedido para acessar o Legislativo, os advogados de Cunha alegaram que o deputado do PMDB tem sido prejudicado com o afastamento no processo na Câmara por não poder se defender pessoalmente com os colegas do Legislativo. A defesa também argumentou que houve ilegalidades, abuso de poder e cerceamento ao direito de defesa do peemedebista no processo de quebra de decoro.

Barroso rejeitou o pedido por questões processuais, alegando que jurisprudência do tribunal já definiu que decisões monocráticas de magistrados do Supremo não podem ser contestadas por meio de um habeas corpus, instrumento utilizado pela defesa de Cunha para solicitar o acesso do peemedebista às dependências da Câmara.

Mesmo não reconhecendo a ação, o magistrado avaliou que os argumentos apresentados pelos advogados de Cunha "não evidenciam nenhuma ilegalidade, abuso de poder ou cerceamento ao direito de defesa".