
Brasil
Número de presos mortos em Manaus só não ultrapassa o Massacre do Carandiru
O motim no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus, que teve início no último domingo (01) e durou 17 horas, matou 60 detentos, sendo considerado pelo secretário de Segurança Pública do Amazonas, Sérgio Fontes, como o maior massacre do sistema prisional do estado. [Leia mais...]

Foto: Divulgação/Secretaria de Administração Penitenciária do Amazonas
O motim no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus, que teve início no último domingo (01) e durou 17 horas, matou 60 detentos, sendo considerado pelo secretário de Segurança Pública do Amazonas, Sérgio Fontes, como o maior massacre do sistema prisional do estado. Em número, o episódio é o segundo maior do país, ficando atrás apenas do Massacre do Carandiru, em 1992, quando 111 presos foram mortos.
Apesar de a Secretaria ter divulgado que foram 60 mortes, este número pode aumentar, uma vez que a Polícia Militar disse à imprensa local que 80 detentos foram mortos no motim.
Em 1992, uma briga entre dois detentos levou a uma confusão generalizada em um dos pavilhões do Carandiru, causando uma rebelião. A Polícia Militar, após negociaçãoes fracassadas, invadiu o local e matou 111 detentos. O episódio ficou conhecido como Massacre do Carandiru e, após 24 anos, ninguém foi punido.
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