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Vítimas de acidente no carnaval do Rio processam Unidos da Tijuca e Liesa

As doze vítimas do acidente com o carro alegórico da Escola de Samba Unidos da Tijuca, cujo teto desabou no desfile no carnaval carioca de 2017, entraram com três ações judiciais por danos morais e materiais contra a agremiação. [Leia mais...]

[Vítimas de acidente no carnaval do Rio processam Unidos da Tijuca e Liesa]
Foto : Agência Brasil

Por Yasmin Garrido no dia 13 de Abril de 2017 ⋅ 16:31

As doze vítimas do acidente com o carro alegórico da Escola de Samba Unidos da Tijuca, cujo teto desabou no desfile no carnaval carioca de 2017, entraram com três ações judiciais por danos morais e materiais contra a agremiação. O juiz Rafael Cavalcanti Cruz, da 52ª Vara Cível do Rio, concedeu liminar em um dos casos, obrigando a escola a custear 20 sessões de fisioterapia para a a bailarina Joana Araújo Martins.

“A verossimilhança consiste no fato de a autora ter desabado do carro alegórico da ré, sendo o fato notório, em que várias pessoas se machucaram e, no caso, a autora teve lesões no joelho e outras escoriações”, escreveu o magistrado. Ele acrescentou que a demora no atendimento pode ser de difícil reparação, sobretudo no caso da vítima, que é bailarina e depende do seu restabelecimento integral para voltar a trabalhar.

As outras duas ações foram distribuídas para a 9ª e 19ª varas cíveis do Rio. A Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa) também é ré nos dois processos. De acordo com as investigaçoes, o desabamento foi causado por falha humana. À época, a liga declraou que vai adotar medidas preventivas em 2018.

Tanto a Liesa quando a Unidos da Tijuca declararam que ainda não receberam as notificações da Justiça. A escola de samba informou ainda que prestou suporte a todas as vítimas do acidente.

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