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Penas de Gim Argello e Léo Pinheiro são reduzidas na Lava Jato

Foi retomado nesta terça-feira (7), pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em Porto Alegre, o julgamento de apelação criminal das defesas do ex-senador Gim Argello, do ex-presidente da construtora OAS José Aldemário Pinheiro Filho e do ex-diretor da UTC Engenharia Walmir Pinheiro Santana, após pedido de vista em sessão anterior. [Leia mais...]

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Foto : Valter Campanto/Agência Brasil

Por Matheus Morais no dia 07 de Novembro de 2017 ⋅ 09:17

Foi retomado nesta terça-feira (7), pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em Porto Alegre, o julgamento de apelação criminal das defesas do ex-senador Gim Argello, do ex-presidente da construtora OAS José Aldemário Pinheiro Filho e do ex-diretor da UTC Engenharia Walmir Pinheiro Santana, após pedido de vista em sessão anterior. Todos tiveram suas penas reduzidas dentro das investigações da Operação Lava Jato.

Gim Argello, que foi condenado em primeira instância pelo juiz Sérgio Moro, de Curitiba, a 19 anos de prisão, passou para 11 anos e 8 meses. Ele responde por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A 8ª Turma do TRF4, responsável pelos julgamentos em segunda instância, entendeu que ele não cometeu crime de obstrução de justiça. Argello foi condenado em primeira instância juntamente com Léo Pinheiro, da OAS, Ricardo Pessoa e Walmir Pinheiro Santana, da UTC, em outubro de 2016. Eles foram alvos da 28ª fase da Lava Jato, que identificou indícios de solicitação de vantagem indevida, por parte do ex-senador, para evitar que os empreiteiros fossem chamados para depor na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Petrobras, em 2014, da qual Argello era vice-presidente.

Walmir Pinheiro Santana, condenado por corrupção ativa e lavagem de dinheiro, teve a pena reduzida de 9 anos, 8 meses e 20 dias para 6 anos e 2 meses. Já José Adelmário Pinheiro Filho, condenado por corrupção ativa e lavagem de dinheiro, teve a pena diminuída de 8 anos e 2 meses para 5 anos, 6 meses e 3 dias.

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