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Caos no Ceará: delegacia investiga associação com bloqueadores em presídios

A instalação de bloqueadores de celulares em presídios do Ceará pode ter sido o estopim para uma série de ataques contra órgãos públicos, ônibus e torres de telefonia no último final de semana. A iniciativa, que tramita em regime de urgência na Câmara dos Deputados, é a explicação que especialistas têm dado aos atentados. [Leia mais...]

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Foto : Reprodução/TV Verdes Mares

Por Matheus Simoni no dia 26 de Março de 2018 ⋅ 06:13

A instalação de bloqueadores de celulares em presídios do Ceará pode ter sido o estopim para uma série de ataques contra órgãos públicos, ônibus e torres de telefonia no último final de semana. A iniciativa, que tramita em regime de urgência na Câmara dos Deputados, é a explicação que especialistas têm dado aos atentados.

Segundo a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas da Polícia Civil do Estado, uma unidade especial já cuida das investigações. Até o momento, não há informações divulgadas para a imprensa sobre o que realmente teria motivado os ataques.

Seis pessoas foram presas por suspeita na participação nos incêndios. De acordo com o presidente do Sindicato dos Agentes e Servidores do Sistema Penitenciário, a situação era esperada. "A gente está vivendo uma crise sem precedentes. É inegável que as facções se potencializaram no nosso estado e hoje os nossos presídios funcionam como escritórios dos crimes. Quando do anúncio da lei dos bloqueadores, houve uma reação das facções porque elas vão ter seus interesses prejudicados. Era uma reação que a gente já esperava”, afirmou.

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