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Polícia recebe laudo do IML sobre morte do menino Marcus Vinícius
A Polícia Civil recebeu na última quinta-feira (17) os laudos do Instituto Médico Legal sobre a morte do menino Marcus Vinícius, de dois anos de idade. Ele foi morto no mês passado e teve seu cadáver ocultado pelo padrinho, Rafael Pinheiro, que está em liberdade. O acusado teve sua prisão revogada no última dia 8 de setembro.[Leia mais...]

Foto: Reprodução/Facebook
A Polícia Civil recebeu na última quinta-feira (17) os laudos do Instituto Médico Legal sobre a morte do menino Marcus Vinícius, de dois anos de idade. Ele foi morto no mês passado e teve seu cadáver ocultado pelo padrinho, Rafael Pinheiro, que está em liberdade. O acusado teve sua prisão revogada no última dia 8 de setembro.
De acordo com a juíza Gelzi Maria Almeida Souza, "a ausência dos laudos periciais necessários ao esclarecimento da morte do menor impedem a correta tipificação e consequente distribuição entre as promotorias de justiça de áreas diversas". Segundo a Polícia Civil, o resultado deve ser apresentado no início da próxima semana.
Em contato com o Metro1 nesta sexta-feira (18), o promotor Davi Gallo, que acompanha o caso, já pediu para ter acesso aos laudos do IML, que ficaram prontos em menos de trinta dias. Ele também afirmou que considera a soltura de Rafael um erro, já que ele é réu confesso do crime de ocultação de cadáver. "Com o inquérito em mãos, possivelmente iremos denunciar ele, diante dos fatos que já tomamos conhecimento. [...] A probabilidade dele ir para júri popular é muito grande, mais de 80%", afirmou Davi Gallo.
Na última quarta-feira (16), procurado pela Metrópole, o promotor considerou que o processo não teve o encaminhamento adequado. "O equívoco se deu na medida em que se devolveu o inquérito para novas diligências. Claro, os laudos vão ter que chegar algum momento no processo. Mas você tendo indícios do crime e esse laudo, que já foi pedido para essa perícia, você poderia simplesmente denunciar. O grande problema ocorrido foi isso e não com o promotor especializado. O que eu posso dizer, é que houve uma distribuição errônea. No início da prisão, ao invés de mandarem o procedimento para um dos promotores do júri, mandaram para outra vara", afirmou.
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