
Brasil
Vale previu inundação de refeitório e sede de barragem e desprezou o risco
O rompimento da estrutura na última sexta-feira (25) destruiu até as sirenes que deveriam alertar os empregados da companhia. Também matou responsáveis pela comunicação em caso de ruptura

Foto: Ricardo Stuckert
A Vale já sabia que um eventual rompimento de barragem no local destruiria as áreas industriais da mina de Córrego do Feijão, incluindo o restaurante e a sede da unidade, onde estava parte dos mortos e desaparecidos.
Segundo reportagem da Folha de S. Paulo, a informação consta do plano de emergência da barragem, de 18 de abril de 2018.
Procurada desde segunda-feira (28), a mineradora se recusou a encaminhar o documento, obtido pela publicação junto a um dos órgãos oficiais encarregados de recebê-lo.
O rompimento da estrutura na última sexta-feira (25) destruiu até as sirenes que deveriam alertar os empregados da companhia. Também matou responsáveis pela comunicação em caso de ruptura.
📲 Clique aqui para fazer parte do novo canal da Metropole no WhatsApp.

