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Polícia tenta identificar pela digital homem atingido por botijão no Rio de Janeiro

Segundo os investigadores, nenhum familiar foi ao Instituto Médico Legal (IML) para reconhecer o corpo

[Polícia tenta identificar pela digital homem atingido por botijão no Rio de Janeiro]
Foto : Reprodução / TV Globo

Por Juliana Rodrigues no dia 15 de Outubro de 2020 ⋅ 12:40

Os investigadores da Divisão de Homicídios do Rio de Janeiro vão realizar um procedimento de identificação por impressões digitais na vítima que morreu após ser atingida por um botijão de gás arremessado de um prédio em Copacabana. Segundo a Polícia Civil, nenhum familiar foi ao Instituto Médico Legal (IML) para reconhecer o corpo.

Ao portal G1, o delegado responsável pela investigação, Cassiano Conte, afirmou que é necessário que a vítima tenha algum documento registrado no sistema do estado do RJ para que a técnica de reconhecimento funcione.

“Como não apareceu nenhum familiar, a gente vai fazer a identificação datiloscópica nele. O procedimento é feito através da impressão digital. Tem um setor específico para realizar isso. A gente vai tirar a digital do corpo e, se acusar no sistema, nós conseguimos identificar ele. O problema é se ele não tiver nenhum documento registrado no estado do Rio de Janeiro”, afirmou.

O morador que arremessou o objeto é o pedreiro Venílson da Silva, de 33 anos. Ele tem problemas mentais, segundo relato da irmã e de dois patrões, e foi indiciado por homicídio doloso pela Polícia Civil.

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