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Flipelô anuncia Milton Hatoum, Itamar Vieira Junior e Chico Chico para edição de 10 anos; confira a programação

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Flipelô anuncia Milton Hatoum, Itamar Vieira Junior e Chico Chico para edição de 10 anos; confira a programação

Festa literária, que acontece em agosto no Centro Histórico de Salvador, também confirmou Tiganá Santana e Bráulio Bessa

Flipelô anuncia Milton Hatoum, Itamar Vieira Junior e Chico Chico para edição de 10 anos; confira a programação

Foto: Renise Silva/ Divulgação/Adenor Gondim/Divulgação/Divulgação

Por: Metro1 no dia 18 de junho de 2026 às 08:52

Atualizado: no dia 18 de junho de 2026 às 08:58

A 10ª edição da Festa Literária Internacional do Pelourinho (Flipelô) confirmou mais cinco nomes para a programação deste ano. Os escritores Milton Hatoum e Itamar Vieira Junior, além do cantor, compositor e filósofo Tiganá Santana, do poeta Bráulio Bessa e do músico e escritor Chico Chico, participarão do evento, que será realizado entre os dias 5 e 9 de agosto, no Centro Histórico de Salvador, com entrada gratuita.

A edição de 2026 marca os dez anos da Flipelô e integra as comemorações pelos 40 anos da Fundação Casa de Jorge Amado. Neste ano, a festa presta homenagem à poeta baiana Myriam Fraga, idealizadora do evento e diretora da instituição entre 1986 e 2016.

Os novos convidados se juntam a nomes já anunciados, como Carla Madeira, Ana Maria Gonçalves, Aline Bei, Bárbara Carine, Eliana Alves Cruz, Maíra Azevedo, Astrid Fontenelle e Bethânia Pires Amaro.

Entre os destaques da nova leva está Milton Hatoum, membro da Academia Brasileira de Letras e autor de obras como “Relato de um Certo Oriente”, “Dois Irmãos” e “Cinzas do Norte”. Já Itamar Vieira Junior, baiano de Salvador, ganhou projeção nacional e internacional com “Torto Arado”, vencedor dos prêmios Jabuti, Oceanos e LeYa.

Também baiano, Tiganá Santana construiu uma trajetória que reúne música, literatura e filosofia, com forte influência do pensamento africano. Bráulio Bessa se tornou conhecido nacionalmente por popularizar a poesia de tradição oral nordestina, enquanto Chico Chico transita entre a música e a literatura em trabalhos marcados pela sensibilidade e observação do cotidiano.