Cidade
Ônibus de Salvador passam a aceitar pagamento por QR Code em linhas de Mussurunga e Águas Claras

Manifestantes tentaram invadir o Palácio Thomé de Souza e depredaram o patrimônio público durante ato contra o prefeito, motivado por problemas no transporte no dia da eleição

Foto: Divulgação
A Prefeitura de Salvador suspendeu o expediente no Palácio Thomé de Souza na tarde desta segunda-feira (26), após atos de vandalismo durante uma manifestação contra o prefeito Bruno Reis (União Brasil), na Praça Municipal. Segundo a Prefeitura, alguns manifestantes tentaram invadir a sede do Executivo municipal, e houve registros de pichações e depredação do patrimônio público. Por questões de segurança, as portas do prédio foram fechadas.
O protesto foi convocado pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Universidade Federal da Bahia (UFBA), que defende o impeachment do prefeito após os problemas registrados no transporte público da capital durante o segundo turno das eleições presidenciais, no domingo (25). No entanto, não é possível confirmar se os autores das pichações fazem parte do coletivo dos estudantes.
Segundo a entidade, a redução da frota de ônibus prejudicou eleitores que precisavam se deslocar até os locais de votação. A mobilização também reúne estudantes ligados à Universidade do Estado da Bahia (Uneb) e outras organizações.
Nas publicações sobre o ato, os estudantes também criticam Bruno Reis e ACM Neto, aliados de Flávio Bolsonaro (PL), derrotado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno.
📲 Clique aqui para fazer parte do novo canal da Metropole no WhatsApp.