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Médico expõe perigos do uso de estimulante sexual; ouça a entrevista

Uma pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) mostrou que o Brasil é o líder no consumo de medicamentos para impotência sexual. Dos usuários, 62% assumiram que compram por conta própria, sem prescrição médica. O médico Urologista Walter Porto conversou com Mário Kertész nessa semana sobre a questão [Leia mais...]

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Foto : Marcos Santos / USP Imagens

Por Bárbara Silveira no dia 22 de Outubro de 2016 ⋅ 10:00

Uma pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) mostrou que o Brasil é o líder no consumo de medicamentos para impotência sexual. Dos usuários, 62% assumiram que compram por conta própria, sem prescrição médica. O médico Urologista Walter Porto conversou com Mário Kertész nessa semana sobre a questão. Segundo ele, o problema no tratamento da disfunção erétil ganhou mercado após lançamento da droga oral. “Antigamente, você tratava apenas com prótese ou com injeções dentro do pênis. Tratamentos mais invasivos”, lembrou.

O problema, de acordo com o médico, é que a droga oral deve ser usada somente por pessoas que envelhecem e que diminuem a qualidade e frequência da ereção. “A droga oral não é para tratar a disfunção plena. As drogas orais melhoram apenas a qualidade”, explicou. 

Ouça a entrevista completa:

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