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Entre Páginas: afetos, J R R Tolkien e Jango
O nome dele já apareceu aqui algumas vezes. É Daniel Galera, um jovem escritor que vem ganhando novos leitores a cada dia no Brasil. Vamos falar hoje de um de seus primeiros livros, “Até o Dia Em Que o Cão Morreu”, lançado em 2003. Depois de alugar um apartamento vazio no centro de Porto Alegre, um homem de cerca de 25 anos gasta os dias olhando a cidade pela janela, bebendo cerveja e caminhando pela vizinhança. [Leia mais...]

Foto: Ilustrativa
O nome dele já apareceu aqui algumas vezes. É Daniel Galera, um jovem escritor que vem ganhando novos leitores a cada dia no Brasil. Vamos falar hoje de um de seus primeiros livros, “Até o Dia Em Que o Cão Morreu”, lançado em 2003. Depois de alugar um apartamento vazio no centro de Porto Alegre, um homem de cerca de 25 anos gasta os dias olhando a cidade pela janela, bebendo cerveja e caminhando pela vizinhança. Até que um cachorro aparece em sua porta, e uma modelo chamada Marcela entra em sua vida. O impasse do narrador pode apresentar a dificuldade de escolher entre um cotidiano cheio de privações, mas sem riscos emocionais, e as possibilidades dos afetos.
Quem leu “O Senhor dos Anéis” ou “O Hobbit”, com certeza adoraria ganhar esse livro de presente de natal: “J R R Tolkien – O Senhor da Fantasia”, de Michael White. O livro reconta a vida de Tolkien, considerado um dos maiores autores de fantasia de todos os tempos. A biografia acompanha a vida e a trajetória do escritor, começando por sua infância na África do Sul, seguida do retorno da família para a Inglaterra. Escrito para os seus filhos, O Hobbit tornou-se um sucesso imediato quando foi publicado em 1937. Vendeu milhões de exemplares mundo afora desde então e estabeleceu-se como “um dos livros mais influentes de nossa geração”.
Por fim, “Jango e Eu – Memórias de um exílio sem volta”, de João Vicente Goulart. O autor, filho do ex-presidente João Goulart, narra no livro os momentos vividos a partir do golpe de 64, quando a família foi viver no Uruguai e mostra o lado humano de Jango e as próprias memórias daquele período. Essa semana Mário Kertész conversou com Daniel Galera sobre o livro.
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