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Casal que agrediu funcionária do aeroporto paga fiança e é liberado
O casal carioca que agrediu uma funcionária de uma companhia aérea e um vigilante da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) na área do embarque doméstico do aeroporto de Salvador, por volta das 19h do último domingo (25), foi detido pela Polícia Federal (PF), mas pagou fiança e já foi liberado. [Leia mais]

Foto: Leitor Metro1
O casal carioca que agrediu uma funcionária de uma companhia aérea e uma vigilante da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) na área do embarque doméstico do aeroporto de Salvador, por volta das 19h do último domingo (25), foi detido pela Polícia Federal (PF), mas pagou fiança e já foi liberado. Ao Metro1, a polícia informou que a agressora e seu marido foram autuados pelos crimes de lesão corporal e desacato, e vão responder em liberdade.
Ainda de acordo com a PF, a funcionária ficou com diversos hematomas e fez o exame de corpo de delito na última segunda-feira (26). O laudo dos exames, contudo, ainda não foi liberado.
A Polícia Federal não divulgou o nome dos agressores, mas o Metro1 apurou que se tratam de uma empresária e um fisioterapeuta, que estavam de férias em Salvador, visitando familiares. Na hora da agressão, estavam presentes também os dois filhos do casal — um menino e uma menina, com idades estimadas em 2 e 5 anos. Ao Metro1, a funcionária agredida descreveu ainda que a carioca parecia praticar artes marciais, devido à técnica e à força aplicadas.
Entenda o caso
Uma funcionária de uma companhia aérea foi agredida por uma cliente no aeroporto de Salvador durante um atendimento no último domingo. Segundo o Metro1 apurou, a mulher procurava informações a respeito de uma mala extraviada. A funcionária, contudo, não tinha informações sobre o paradeiro da bagagem, e por isso a cliente começou a gritar e a ofendê-la. Após a confusão, a empresária e seu marido agrediram a funcionária com socos e mordidas, e chegaram a bater em uma vigilante que tentou intervir. De acordo com a mulher agredida, que não quis ser identificada, a carioca teria saído do local dizendo que "deveria ter batido mais" e que poderia fazer o que quisesse, pois seu pai era defensor público.
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