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“Não aceitamos mais as portas da Câmara fechadas”, diz vereadora Aladilce

Na tarde do primeiro dia do ano de 2017, neste domingo, durante cerimônia de posse do prefeito ACM Neto (DEM) e dos vereadores da Câmara Municipal de Salvador, a vereadora Aladilce Souza (PCdoB) comentou sobre o apoio de seu partido à candidatura de Leo Prates (DEM) para a presidência da Casa e deixou bem claro que vai continuar brigando para que as portas da Câmara sejam abertas ao povo. [Leia mais...]

“Não aceitamos mais as portas da Câmara fechadas”, diz vereadora Aladilce

Foto: Tácio Moreira/Metropress

Por: Yasmin Garrido e Matheus Morais no dia 01 de janeiro de 2017 às 14:53

Na tarde do primeiro dia do ano de 2017, neste domingo, durante cerimônia de posse do prefeito ACM Neto (DEM) e dos vereadores da Câmara Municipal de Salvador, a vereadora Aladilce Souza (PCdoB) comentou sobre o apoio de ser partido à candidatura de Leo Prates (DEM) para a presidência da Casa e deixou bem claro que vai continuar brigando para que as portas da Câmara sejam abertas ao povo.

“Estamos vivendo uma crise política como nunca se viu. Aqui é nossa tarefa resgatar a qualidade na política, aproximando o legislativo da cidade. Não aceitamos mais as portas da Câmara municipal fechada. Nós somos minoria, mas temos direito de participar proporcionalmente dos trabalhos da Casa”, disse a vereadora.

Quanto ao apoio do PCdoB a Leo Prates, divulgado no último dia 27 de dezembro pelo vereador Sílvio Humberto, líder da oposição na Câmara, Aladilce afirmou que não se trata de adesão à candidatura do democrata. “Nós tomamos uma decisão de compor a chapa considerando os 17 pontos que foram acordados e aceitos pelo PCdoB e pelo PSB”, explicou.

“Não se trata de nenhuma adesão às posturas de Leo Prates, muito menos do DEM. Todos os partidos têm proporcionalmente o direito de decidir sobre a direção da Casa Legislativa. Aqui é a expressão da vontade da população, que colocou na Câmara os partidos das mais diferentes legendas. É nessa compreensão que vamos atuar e fazer uma oposição mais rigorosa”, acrescentou Aladilce.