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Caminho da Fé: projeto quer chamar atenção do estado para obra de Irmã Dulce

Durante entrevista a Mário Kertész no início da tarde desta quarta-feira (8), o assessor de Memória e Cultura das Obras Sociais Irmã Dulce (Osid), Osvaldo Gouveia, comentou o estudo para a criação do "Caminho da Fé", ideia da Osid para incluir o Memorial de Irmã Dulce na vida não só dos turistas, mas também da população da Bahia. "É um grande projeto que temos. Está sendo pensado agora. Estabelecemos um caminho entre o Largo de Roma e o Bonfim", afirmou.[Leia mais...]

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Foto : Tácio Moreira/Metropress

Por Gabriel Nascimento no dia 08 de Março de 2017 ⋅ 13:19

Durante entrevista a Mário Kertész no início da tarde desta quarta-feira (8), o assessor de Memória e Cultura das Obras Sociais Irmã Dulce (Osid), Osvaldo Gouveia, comentou o estudo para a criação do "Caminho da Fé", ideia da Osid para incluir o Memorial de Irmã Dulce na vida não só dos turistas, mas também da população da Bahia. "É um grande projeto que temos. Está sendo pensado agora. Estabelecemos um caminho entre o Largo de Roma e o Bonfim", afirmou.

"Por incrível que pareça, temos mais interesse de visitantes de fora da Bahia, do que da própria Bahia. Quase 40% vem de fora da Bahia. A população daqui não conhece, não sabe da história. Não tem como amar, se não conhece. Então, estamos investindo. É esse turista que divulga, que difunde a história dela", acrescentou.

De acordo com ele, o projeto deseja chamar a atenção para o legado deixado pelo "Anjo Bom". "O turista chegaria aqui, estacionaria, visitaria o santuário, o túmulo dela, o memorial e iria andando até o Bonfim. Faz parte do espírito do romeiro", acrescentou. "Mas as condições são necessárias, precisamos formatar isso. Precisamos ter na Cidade Baixa instalações de conforto, bons restaurantes, hotéis... Temos um histórico para respaldar e um futuro que nos espera", concluiu.

 

 

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