Terça-feira, 28 de abril de 2026

Faça parte do canal da Metropole no WhatsApp

Home

/

Notícias

/

Cidade

/

Desafetação: \'Vitória folgada com certeza\', diz Duda Sanches sobre possível votação desta quarta

Cidade

Desafetação: \'Vitória folgada com certeza\', diz Duda Sanches sobre possível votação desta quarta

O vereador Duda Sanches (DEM) disse ao Metro1, nesta quarta-feira (12), que acredita em uma vitória folgada na votação do projeto que prevê a desafetação de 32 terrenos de Salvador. [Leia mais...]

Desafetação: \'Vitória folgada com certeza\', diz Duda Sanches sobre possível votação desta quarta

Foto: Reprodução/Facebook

Por: Paloma Morais e Matheus Morais no dia 12 de julho de 2017 às 14:45

O vereador Duda Sanches (DEM) disse ao Metro1, nesta quarta-feira (12), que acredita em uma vitória folgada na votação do projeto que prevê desafetação de 32 terrenos de Salvador.

'Eu entendo que é um momento importante pra gente, faz parte de todo esse equilíbrio de contas que o prefeito ACM Neto estabeleceu aqui em Salvador. E a base está coesa, inclusive alguns vereadores de oposição sinalizaram  a possibilidade, entendendo a importância disso pra Salvador e vai ser uma tarde, ainda que com a tentativa de obstrução, vai ser uma tarde de votação tranquila e de aprovação desse projeto', afirmou.

Duda também comentou sobre a oposição ter entrado com processo de judicialização para tentar barrar a votação, que acontece provavelmente nesta quarta. Segundo ele, o projeto passou por todos os trâmites legais.  

'De fato a  gente se pergunta a qual poder os vereadores que entraram com ação na justiça, eles querem de fato fazer parte, porque obviamente que é legal buscar o caminho da judicialização, mas é legal e interessante quando se tem um processo que não é transparente, quando se tem um processo que não passou pelo regimento interno da Casa e tudo mais', afirmou. 

Ainda de acordo com ele, os pedidos de intervenção do judiciário  pela oposição desprestigia a Casa. 'Eu acho  quando você leva tantas vezes isso para o judiciário, você está desprestigiando, você está constrangendo a Casa, porque a obrigação de legislar e o dever e o direito é nosso, da Câmara municipal, não do judiciário de escolher os destinos da cidade', concluiu