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Tinoco rebate Alves sobre Turismo e diz que governo não faz “quase nada” pelo setor

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Tinoco rebate Alves sobre Turismo e diz que governo não faz “quase nada” pelo setor

O secretário de Cultura e Turismo de Salvador, Cláudio Tinoco, rebateu as críticas do secretário de turismo da Bahia, José Alves, sobre os números do setor na capital. Em entrevista a José Eduardo, Alves afirmou que, apesar dos bons números do turismo no Estado, Salvador não segue essa lógica [Leia mais...]

Tinoco rebate Alves sobre Turismo e diz que governo não faz “quase nada” pelo setor

Foto: Tácio Moreira/Metropress

Por: Bárbara Silveira no dia 17 de agosto de 2017 às 11:44

Atualizado: no dia 17 de agosto de 2017 às 11:47

O secretário de Cultura e Turismo de Salvador, Cláudio Tinoco, rebateu as críticas do secretário de Turismo da Bahia, José Alves, sobre os números do setor na capital. Em entrevista a José Eduardo, Alves disse que, apesar dos bons números do turismo no Estado, Salvador não segue essa lógica. Mas, ao Metro1, Tinoco disse estar surpreso com a “falta de informação” e “desconhecimento” de Alves.

“Ele vem do próprio trade, deveria saber, por exemplo, que Salvador tem mais de 37 mil leitos [de hotéis] e não 30 mil, como ele afirma. Temos mais de 20% a mais do que ele acredita ser o número. Isso demonstra desconhecimento da rede hoteleira e dos indicadores de Salvador. Por exemplo, o crescimento da taxa de ocupação em relação a 2016. E isso não é consequência de ações do governo do Estado em Salvador”, disse Tinoco.

O secretário acusa o governo de excluir Salvador das peças publicitárias de promoção da Bahia. “O governo não tem feito quase nada pelo turismo de Salvador. Excluiu a referência de Salvador em todas as campanhas de promoção da Bahia e isso é facilmente constatado, é só pegar todo o material promocional do governo da Bahia. Nos últimos 4 anos, quem tem investido no turismo de Salvador é a Prefeitura”, afirmou.

Tinoco atribui ao Turismo estadual a responsabilidade por Salvador ter perdido o fluxo de visitantes gerado pelo turismo de negócios após a perda do Centro de Convenções. “O abandono é na gestão dele quando, literalmente, o Centro de Convenções caiu. Hoje, não é porque não queiram fazer ali [no Stiep], éporque não podem mesmo. Salvador, em 2011, foi o terceiro destino em eventos e congressos internacionais, ficando atrás apenas do Rio e São Paulo. No ano passado, ocorreram só cinco eventos. Salvador caiu para a 10º cidade turística com a realização de eventos internacionais”, completou.

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