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Rei africano no congresso da UFBA pode ajudar a contestar saberes acadêmicos, defende Olívia Santana

A secretária Estadual do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), Olívia Santana, acredita que a vinda de Otumfuo Nana Osei Tutu II, Rei dos Ashanti, da República de Gana, para o Congresso de Pesquisa, Ensino e Extensão da Universidade Federal da Bahia, é fundamental para reforçar que o conhecimento acadêmico precisa estar aliado a projetos que desenvolvam as sociedades nos âmbitos cultural, social e econômico. [Leia mais...]

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Foto : Tácio Moreira/ Metropress

Por Luiza Leão e Matheus Morais no dia 17 de Outubro de 2017 ⋅ 14:58

A secretária Estadual do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), Olívia Santana, acredita que a vinda de Otumfuo Nana Osei Tutu II, Rei dos Ashanti, da República de Gana, para o Congresso de Pesquisa, Ensino e Extensão da Universidade Federal da Bahia é fundamental para reforçar que o conhecimento acadêmico precisa estar aliado a projetos que desenvolvam as sociedades nos âmbitos cultural, social e econômico.

“Acho que é muito importante uma liderança do primeiro país a fazer a sua independência, que foi Gana, em 1940, para que a Universidade se abra para esse conhecimento, que é a história de resistência dos países africanos contra o colonialismo. Então, trazer essa expressão, trazer o rei de Gana, toda a sua comitiva para dentro do espaço da academia para que ele possa, inclusive, contestar o saber acadêmico, mostrando que o saber acadêmico é importante, o avanço tecnológico é importante, mas nada disso traz desenvolvimento se não tiver articulado com projeto que traga retorno aos povos, que desenvolva os povos culturalmente, socialmente, economicamente”, defendeu Olívia em entrevista ao Metro1.

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