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Riachão exalta Carnaval, mas pondera: ʹFesta do demônio, é preciso estar com Deusʹ
Um dos maiores ícones da cultura baiana e que dá nome ao circuito da Mudança do Garcia, em Salvador, o sambista Riachão, de 96 anos, esbanjou fôlego e lucidez em mais um ano de folia. No fim da manhã desta segunda-feira (12), ele conversou com o Metro1 e fez algumas ponderações sobre a festa que há mais de 80 anos é acompanhada de protestos pelo bairro. [Leia mais...]

Foto: Tácio Moreira/Metropress
Um dos maiores ícones da cultura baiana e que dá nome ao circuito da Mudança do Garcia, em Salvador, o sambista Riachão, de 96 anos, esbanjou fôlego e lucidez em mais um ano de folia. No fim da manhã desta segunda-feira (12), ele conversou com o Metro1 e fez algumas ponderações sobre a festa que há mais de 80 anos é acompanhada de protestos pelo bairro.
"Carnaval... Ôh, meu Deus! É a maior felicidade, só você vendo. Eu fico muito feliz quando vejo uma coisa dessa. Por isso que eu canto: A fazenda do Garcia é um morro, tem malandro que pode aproveitar..."
Apesar de não desejar o fim do Carnaval, Riachão declarou: "É uma festa do demônio!". "O Carnaval é tão bonito, tão bacana, mas é um pouquinho perigoso. Essa beleza que você vê aí, a festa não é uma festa nem de Deus, nem de Jesus. É do demônio. Para a gente estar feliz, a gente tem que estar com Deus no coração. É uma festa bonita, mas é preciso estar com Deus", afirmou.
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