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Dom Murilo lamenta povo ʹcada vez mais egoístaʹ e defende ʹtrabalho pela pazʹ
Em entrevista a Mário Kertész, na Rádio Metrópole, ele defendeu o trabalho "pela paz" e a necessidade de perdoar diariamente. [Leia mais...]

Foto: Tácio Moreira/Metropress
A intolerância religiosa e o momento "cada vez mais egoísta" da sociedade foram analisados pelo arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger, na manhã desta sexta-feira (2). Em entrevista a Mário Kertész, na Rádio Metrópole, ele defendeu o trabalho "pela paz" e a necessidade de perdoar diariamente.
"Não há nenhuma religião que pregue ódio. Há fundamentalistas que interpretam da sua maneira e a religião vira um escudo para eles se esconderem. Se você pegar as religiões, todas pregam o amor. Seguidores nem sempre entendem. Nós que temos fé, precisamos nos unir e mostrar que isso está errado. Precisamos viver os princípios da fé", declarou.
De acordo com Krieger, vivemos um "nível de selvageria bem pior" em 2018. "Temos que trabalhar pela paz e o perdão é um elemento fundamental. Sem perdão não há paz, os relacionamentos se destroem. Se o outro errou, eu também já errei. Vamos adiante", acrescentou.
"Perdeu-se o sentido da vida. Ora, se cada um de nós temos uma, temos que cuidar dela! O egoísmo entrou no coração dos humanos de uma forma assustadora", lamentou.
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