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Entre Páginas: Martha Medeiros, serial killers e Jorge Amado

Uma das cronistas atuais do cotidiano mais bem sucedidas do país, Martha Medeiros lançou em 2015 o livro “Simples Assim”, que não tem solução para seus problemas, mas, com um olhar afiado, aponta as pequenezas da vida que tanto trabalho nos dão e nos faz lembrar uma máxima muitas vezes esquecida: a vida está aí para ser vivida. Simples assim. [Leia mais...]

Entre Páginas: Martha Medeiros, serial killers e Jorge Amado

Foto: Ilustrativa

Por: Nardele Gomes no dia 17 de setembro de 2015 às 17:30

Uma das cronistas atuais do cotidiano mais bem sucedidas do país, Martha Medeiros lançou em 2015 o livro “Simples Assim”, que não tem solução para seus problemas, mas, com um olhar afiado, aponta as pequenezas da vida que tanto trabalho nos dão e nos faz lembrar uma máxima muitas vezes esquecida: a vida está aí para ser vivida. Simples assim. Martha é um dos poucos nomes da literatura brasileira em atividade a conjugar tão bem o macro com o micro: a vida contemporânea e suas impressões sobre um livro, Londres e uma lembrança da adolescência, um desastre aéreo do outro lado do mundo e o impacto de um filme, a saída dos filhos de casa e uma metáfora entre sutiãs e separações.
Mudando totalmente de assunto, a criminóloga e escritora Ilana Casoy conversou esta semana com Mário Kertész. Autora de alguns livros sobre os assassinos seriais, os serial killers, Ilana está escrevendo um novo livro sobre o caso Gil Rugai. Mário e Ilana conversaram, entre outros assuntos, sobre este novo projeto.
E hoje o Entre Páginas também sugere satisfação garantida, literatura da melhor qualidade em qualquer lugar do mundo, Jorge Amado. Tieta do Agreste é a dica da semana. A história de Antonieta Esteves Cantarelli, Tieta, que ainda jovem foi escorraçada de casa pelo pai, deixa a minúscula e atrasada Sant'anna do Agreste e volta 25 anos depois, um mulherão, rica e muitíssimo bem resolvida. A vida na cidadezinha vai ter que se adaptar ao furacão Tieta, e aos poucos vamos descobrindo o que realmente aconteceu com ela nos anos que passou fora. “Tieta do Agreste”, de Jorge Amado.