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Contas de luz, telefone e gás terão aumentos de preço mais uma vez

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Contas de luz, telefone e gás terão aumentos de preço mais uma vez

De uma só vez, o consumidor brasileiro terá que pagar mais caro nas contas de luz, telefone e gás. Confira os motivos dos reajustes, aprovados para ainda este ano. [Leia mais...]

Contas de luz, telefone e gás terão aumentos de preço mais uma vez

Foto: Reprodução/Getty Images

Por: Matheus Simoni no dia 25 de setembro de 2015 às 15:45

De uma só vez, o consumidor brasileiro terá que pagar mais caro nas contas de luz, telefone e gás. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estimou que as contas de luz terão que subir até 8% no próximo reajuste tarifário ainda neste ano. O aumento é devido ao cumprimento de decisão judicial que levou a Aneel a livrar, na última quinta-feira (24), os integrantes da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace) do pagamento de parte dos programas bancados pelo fundo setorial Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). As despesas serão pagas pelos consumidores residenciais, já que a agência reguladora não possui o dinheiro das indústrias.

Já a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou em uma reunião do Conselho Diretor na última quinta-feira (24) um reajuste de até 7,3% nas tarifas para as chamadas feitas de telefones fixos para celular. De acordo com a agência Reuters, o reajuste será de 5,54% no caso de ligações originadas por telefones fixos da Oi; de 3,38% no caso da Telefônica Brasil, que também é dona da Vivo; de 5,97% para Algar Telecom e Sercomtel; e de 7,3% para a Embratel, do Grupo Claro. Os percentuais de reajuste distintos para cada concessionária são oriundos de períodos diferentes considerados para o cálculo do índice.

O gás também sofrerá um reajuste no preço cobrado ao consumidor. Segundo a Petrobras, o novo reajuste no preço do gás liquefeito de petróleo (GLP) aprovado na quinta-feira causará um aumento médio de 11%, e afetará os preços do gás destinado a uso industrial, comercial e a granel. Com o reajuste, o produto custará no país em média 63% mais caro que no mercado no restante do mundo. Em nota, a estatal informou que espera um impacto sobre o preço cobrado ao consumidor final de 5%, a ser definido com a destinação do produto.