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De porteiro a diretor do Bahiano, Waldir Pinho fala de penetras e casos do clube

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De porteiro a diretor do Bahiano, Waldir Pinho fala de penetras e casos do clube

Diretor da área social do Clube Bahiano de Tênis, Waldir Pinho foi, durante muito tempo, porteiro do espaço. E, como tal, é repleto de grandes histórias do local que recebeu grandes e marcantes festas da história da Bahia. Seu Waldir, extremamente firme e lúcido aos 91 anos, recordou-se de grandes casos do Bahiano. [Leia mais...]

De porteiro a diretor do Bahiano, Waldir Pinho fala de penetras e casos do clube

Foto: Reprodução / Google Street View

Por: Felipe Paranhos no dia 30 de setembro de 2015 às 08:58

Diretor da área social do Clube Bahiano de Tênis, Waldir Pinho foi, durante muito tempo, porteiro do espaço. E, como tal, é repleto de grandes histórias do local que recebeu grandes e marcantes festas da história da Bahia. Seu Waldir, extremamente firme e lúcido aos 91 anos, recordou-se de grandes casos do Bahiano.

"Mesmo os penetras tornavam-se meus amigos, porque eu estava fazendo minha parte. Um caso pitoresco, no Jockey Club, que era no Iguatemi: eu tinha uma ação no Jockey, mas elas não valiam nada. Mas Joaci Góes comprou minhas ações porque eu deixei a noiva dele entrar no Bahiano", lembra. "Um outro grupo forjou uma ambulância, todo mundo saltou vestido de médico para entrar, mas era mentira. O Bahiano tinha as melhores festas", acrescentou.

Seu Waldir conta como fazia para saber quem era sócio e quem tentava 'penetrar' nas festas do clube. "Penetra era fácil de identificar, porque, quando ele era perigoso, era terrível, ou ele estava no bar ou ia fazer xixi, e quando ele estava fazendo xixi, eu o pegava e pedia para ele se retirar", riu.