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Nos anos de 2013 e 2014, o trabalho de Fabrizzio Muller à frente da Transalvador recebeu duras críticas, o que lhe rendeu o apelido de Professor Pardal. Porém, depois de tanta agonia [Leia mais...]

Foto: Tácio Moreira/Metropress
Nos anos de 2013 e 2014, o trabalho de Fabrizzio Muller à frente da Transalvador recebeu duras críticas, o que lhe rendeu o apelido de Professor Pardal. Porém, depois de tanta agonia, o trânsito soteropolitano apresentou bons resultados nas suas principais vias, o que elevou seu moral com a administração e a população.
Mas, nas últimas semanas, diversos ouvintes entraram em contato com a Rádio Metrópole para reclamar e alertar os motoristas sobre novas intervenções questionáveis da Transalvador, em lugares cruciais do trânsito da cidade: Largo de Roma, Costa Azul e a região do Shopping da Bahia.
No caso das duas últimas localidades, os problemas ainda não vieram, mas já deram as caras. É que uma sinaleira no meio do Viaduto dos Rodoviários, aquele acima da Madeireira Brotas, deve causar transtornos por lá. Já no Costa Azul, o já problemático trânsito da Rua Arthur de Azevedo Machado promete piorar um pouco mais por causa de um semáforo próximo ao antigo clube do Banco do Estado da Bahia (Baneb). Na região do Largo de Roma, o problema já se instalou. Questionamos Fabrizzio, então, sobre as razões das intervenções.
Metrô e faculdade exigem sinaleiras
O superintendente também explicou a situação dos outros dois semáforos. O equipamento localizado no Viaduto dos Rodoviários tem caráter provisório por conta das obras do metrô. “Embaixo, na rua da Madeireira Brotas, haverá um ponto de ônibus provisório. Vai ser necessário para dar segurança à travessia dos pedestres e vai ter tempo muito curto”, disse. Sobre a sinaleira do Costa Azul, a abertura de uma faculdade tornou necessária a implantação de uma faixa de pedestre com um sinal.
Melhoria ou complicação?
Um dos pontos que mais geraram reclamações foram as modificações feitas no Largo de Roma. O antigo retorno que contornava a Praça Irmã Dulce foi fechado, deixando muitos motoristas presos num congestionamento gerado por um semáforo.
“Os engarrafamentos acontecem constantemente. Depois dessa reforma não ficou legal, não”, disse o taxista Luiz ‘Baby’, contrário às intervenções feitas pelo órgão de trânsito.
E o problema não é só no Centro: recém-instalado, o semáforo da Rua Arthur de Azevedo Machado, no Costa Azul, ainda não está funcionando, mas já deixa em alerta os moradores da região, que enfrentam longos engarrafamentos diariamente. Mesmo caso do semáforo do Viaduto dos Rodoviários, próximo à Tancredo Neves, que preocupa motoristas por conta da localização escolhida pela Transalvador.
Espera pelo governo
Fabrizzio Müller falou dos pontos de engarrafamentos questionados pelos ouvintes. Segundo ele, o semáforo que causa retenção no Largo de Roma deve ter o seu tempo de operação reavaliado. “O nosso pessoal de programação semafórica tem estado no local para chegarmos a uma situação que atenda bem a população”, afirmou o superintendente ao Jornal da Metrópole.
Segundo Fabrizzio, por se tratar de uma obra realizada em conjunto pela Prefeitura e pelo governo do estado, ela requer um tempo maior para sua finalização. “Ainda há uma parte que vai ser executada pelo governo do estado. É natural que ainda existam alguns transtornos em decorrência de uma mudança de fluxo que ainda não foi concluída. É necessário que seja concluída essa parte feita pelo estado, para que o projeto todo seja contemplado”, disse.
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