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Moradores de Itaparica discutem projeto da ponte Salvador-Itaparica

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Moradores de Itaparica discutem projeto da ponte Salvador-Itaparica

Técnicos e representantes da sociedade civil participaram, na manhã desta segunda-feira (19), da elaboração do projeto do Sistema de Travessia Salvador/Ilha de Itaparica, que inclui a ponte. O debate aconteceu durante audiência pública para ouvir a sociedade sobre o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e Relatório de Impacto Ambiental (Rima), realizada no Centro de Convenções do Grande Hotel Sesc Itaparica. [Leia mais...]

Moradores de Itaparica discutem projeto da ponte Salvador-Itaparica

Foto: Carla Ornelas/GOVBA

Por: Bárbara Gomes no dia 19 de outubro de 2015 às 14:17

Técnicos e representantes da sociedade civil participaram, na manhã desta segunda-feira (19), da elaboração do projeto do Sistema de Travessia Salvador/Ilha de Itaparica, que inclui a ponte rodoviária entre capital e ilha. O debate aconteceu durante audiência pública para ouvir a sociedade sobre o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e Relatório de Impacto Ambiental (Rima), realizada no Centro de Convenções do Grande Hotel Sesc Itaparica. Este é o primeiro dos três encontros que acontecem durante esta semana. Na terça-feira (20), será realizada uma audiência em Vera Cruz, e na quinta (22), em Salvador. 

Segundo informações da secretaria de Comunicações, na audiência foram apresentados detalhes sobre as possíveis modificações ambientais do projeto que inclui a ponte rodoviária sobre a Baía de Todos os Santos, a duplicação da BA-001 (do trecho Itaparica-Ponte do Funil) e outras estruturas associadas. Quem esteve presente pôde questionar os pontos explicados na apresentação do projeto e ainda acrescentaram contribuições no debate, passíveis de modificações e adaptações nas intervenções urbanas. 

O coordenador técnico do projeto, Paulo Henrique de Almeida, disse que apresentar os projetos para a comunidade permite o aperfeiçoamento do mesmo. “Na verdade, o trabalho de discussão com a comunidade já vem sendo feito não só na ilha, mas também no Recôncavo baiano e na Região Metropolitana de Salvador, em mais de 50 eventos, já há alguns anos. Este é o evento formal e ritual do processo de licenciamento. Várias coisas já foram adaptadas desde a primeira formulação em 2010, e de lá para cá o projeto evoluiu muito, grande parte devido às críticas que recebeu de moradores, comunidade acadêmica e outros técnicos. Este é um projeto em evolução, e assim será até que se comecem as intervenções”, explicou Paulo Henrique.