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Salvador tem segundo menor índice de infestação de dengue dos últimos 10 anos

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Salvador tem segundo menor índice de infestação de dengue dos últimos 10 anos

Um novo estudo realizado sobre a situação da doença em Salvador aponta uma redução do Índice de Infestação Predial (IIP) de 2,8% em julho deste ano para 1,5% neste mês de outubro. Esse é o segundo menor indicador registrado na capital baiana nos últimos 10 anos. Apesar disso, a cidade deve permanecer em estado de alerta para a ocorrência de uma eventual epidemia de dengue, principalmente com a chegada do Verão. [Leia mais...]

Salvador tem segundo menor índice de infestação de dengue dos últimos 10 anos

Foto: Reprodução

Por: Stephanie Suerdieck no dia 04 de novembro de 2015 às 12:14

Um novo estudo realizado sobre a situação da doença em Salvador aponta uma redução do Índice de Infestação Predial (IIP) de 2,8% em julho deste ano para 1,5% neste mês de outubro. Esse é o segundo menor indicador registrado na capital baiana nos últimos 10 anos. Apesar disso, a cidade deve permanecer em estado de alerta para a ocorrência de uma eventual epidemia de dengue, principalmente com a chegada do Verão.

De acordo com a Prefeitura, o resultado do levantamento reflete uma série de intervenções realizadas junto à população através de campanhas e ações educativas, bem como a intensificação das atividades do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), que saiu de casa em casa e também abriu imóveis abandonados. Além disso, foram realizados diversos mutirões de limpeza em bairros prioritários através da articulação da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), Superintendência de Obras Públicas (Sucop) e Limburp.

O estudo também mostra que Salvador conta com três distritos sanitários – Liberdade, Boca do Rio e Brotas – com índice de infestação igual ou menor a 1,0%, indicador recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que significa dizer que as localidades não correm risco de uma epidemia da doença. No total, 66 bairros apresentaram índices satisfatórios na capital.

“Atingimos um indicador histórico e estamos cada vez mais fechando o cerco ao mosquito da dengue no município. No entanto, mesmo com uma redução considerável, ainda estamos com um índice acima do ideal. Por esse motivo, o alerta continua aceso, assim como nosso trabalho por toda cidade porque o enfrentamento ao Aedes é contínuo. Complementaremos as atividades diárias do CCZ com a realização de ações estratégicas, como faxinaços e mutirões, nas áreas ainda vulneráveis à proliferação do mosquito. Para isso, também é importante que a população se mantenha vigilante”, afirma a coordenadora do Programa Municipal de Combate à Dengue, Isabel Guimarães.