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"Sempre confiei na Justiça", diz mãe de Daniel Prata após decisão do MP

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"Sempre confiei na Justiça", diz mãe de Daniel Prata após decisão do MP

Após a decisão do Ministério Público do Estado da Bahia em denunciar o advogado Roberto João Starteri Sampaio Filho pela morte do publicitário Daniel Paschoalick Prata, morto no dia 8 de novembro de 2014 em um acidente na Avenida ACM, os familiares da vítima comemoraram a decisão do órgão. Na ocasião, o veículo do advogado trafegava a cerca de 140 km/h quando colidiu com o veículo de Daniel, que morreu na hora. [Leia mais...]

"Sempre confiei na Justiça", diz mãe de Daniel Prata após decisão do MP

Foto: Reprodução/G1BA

Por: Matheus Simoni no dia 06 de novembro de 2015 às 17:54

Após a decisão do Ministério Público do Estado da Bahia em denunciar o advogado Roberto João Starteri Sampaio Filho pela morte do publicitário Daniel Paschoalick Prata, morto no dia 8 de novembro de 2014 em um acidente na Avenida ACM, os familiares da vítima comemoraram a decisão do órgão. Na ocasião, o veículo do advogado trafegava a cerca de 140 km/h quando colidiu com o veículo de Daniel, que morreu na hora.

Em entrevista ao Metro1, a mãe do publicitário, Maria das Graças, comentou a decisão e disse que sempre acreditou que a justiça seria feita. "Isso já me fez chorar bastante de felicidade. Eu sempre confiei na Justiça, tinha certeza de que isso não iria ficar na impunidade. Foi um grande alento, já que foi tudo muito difícil depois da morte do meu filho", disse. Ela ainda falou sobre a manifestação marcada pelos outros familiares de Daniel e de outras vítimas de crimes ocorridos na capital baiana.

No domingo (8), um ato pacífico foi marcado e vai reunir os manifestantes no Farol da Barra. "Estamos planejando, mas é um mais abrangente pelo marco de um ano da morte do Daniel. É um ato pela paz e contra a violência. Muitas famílias estão sendo destruídas pelo transito, assaltos e outras coisas. Na segunda-feira, às 19h30, faremos uma missa com esse mesmo enfoque, por todas as famílias que passaram por situação semelhante. É difícil prestar mais atenção nesse caso, eu não diria nem impunidade. Mas ficar nisso da polícia prender e a Justiça soltar, acaba me incomodando. Eu penso em um ato mais abrangente", declarou. A missa acontece na Paróquia Ressurreição do Senhor, na Avenida Oceânica, em Ondina.