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Sedur oficializa documento com sugestões para o PDDU e critica minuta

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Sedur oficializa documento com sugestões para o PDDU e critica minuta

A Secretaria de Desenvolvimento Urbano da Bahia (Sedur) oficializou e encaminhou à Prefeitura de Salvador o documento “A cidade e Plano Diretor: Contribuições ao processo do PDDU de Salvador”. O material é resultado das reuniões realizadas entre setembro e outubro, envolvendo representantes de movimentos sociais, entidades sindicais, acadêmicos, pesquisadores e Conselhos Profissionais. [Leia mais...]

Sedur oficializa documento com sugestões para o PDDU e critica minuta

Foto: Divulgação/ Sedur

Por: Raquel Pimentel no dia 11 de novembro de 2015 às 19:30

A Secretaria de Desenvolvimento Urbano da Bahia (Sedur) oficializou e encaminhou à Prefeitura de Salvador o documento “A cidade e Plano Diretor: Contribuições ao processo do PDDU de Salvador”. O material é resultado das reuniões realizadas entre setembro e outubro, envolvendo representantes de movimentos sociais, entidades sindicais, acadêmicos, pesquisadores e conselhos profissionais. “Salvador é uma das principais capitais do país e precisa de um PDDU condizente com a sua importância econômica e que reflita as reais demandas da população”, pontuou o secretário Carlos Martins, que também preside o Conselho Estadual das Cidades (Concidades/BA).

A escolha dos temas partiu da constatação da fragilidade da Minuta do PDDU, elaborada pela Prefeitura de Salvador com a realização de audiência públicas, tando na sua abordagem como em relação à necessidade de um maior aprofundamento. Alguns pontos foram destacadas pela pasta, como as questões estruturantes, a exemplo dos possíveis vetores de expansão ao norte da cidade e sua confluência com Lauro de Freitas, bem como a oeste, rumo à Ilha de Itaparica, que, segundo a Sedur, não são considerados na Minuta apresentada. Ainda segundo o documento elaborado pela secretaria estadual, no que diz respeito ao novo sistema viário, não há diretrizes para o uso e ocupação do solo, o que favorece a especulação imobiliária.

A Sedur pontuou também que, sob o ponto de vista ambiental, a Minuta não trata devidamente da proteção dos mananciais, manguezais e áreas de preservação dos remanescentes de Mata Atlântica.