Sexta-feira, 13 de março de 2026

Faça parte do canal da Metropole no WhatsApp

Home

/

Notícias

/

Cidade

/

"Temo pela radicalização do processo de impedimento", diz Garibaldi Alves

Cidade

"Temo pela radicalização do processo de impedimento", diz Garibaldi Alves

Desde que o presidente da Câmara dos deputados, Eduardo Cunha (PMDB) aceitou dar início ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), na última quarta-feira (2), a decisão se tornou o assunto mais comentado no cenário político do país. Em entrevista à Rádio Metrópole, na manhã desta sexta-feira (04), o senador Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), analisou os impactos do processo para a política do país. [Leia mais...]

"Temo pela radicalização do processo de impedimento", diz Garibaldi Alves

Foto: Reprodução / O Potiguar

Por: Milene Rios e Camila Tíssia no dia 04 de dezembro de 2015 às 08:01

Desde que o presidente da Câmara dos deputados, Eduardo Cunha (PMDB) aceitou dar início ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), na última quarta-feira (2), a decisão se tornou o assunto mais comentado no cenário político do país. Em entrevista à Rádio Metrópole, na manhã desta sexta-feira (04), o senador Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), analisou os impactos do processo para a política do país.

"Nesse momento eu acho que as coisas deveriam se encaminhar realmente para uma decisão em torno do que foi proposto agora. Há uma carência de legitimidade pelo espaço da Câmara estar envolvida nesse processo dele, mas o melhor do pais seria aprofundar. O que se teme é que esse julgamento não possa ser muito equilibrado. Eu que nunca fui radical, temo pela radicalização do processo de impedimento de Dilma", disse o senador.

Questionado sobre o seu posicionamento como peemedebista, diante das acusações contra Eduardo Cunha e o processo de impeachment, o senador preferiu não se manifestar no âmbito partidário. "Acho que o julgamento pode tender e ir deixando de lado o crime de responsabilidade dele e deveria ter aprofundado. Por isso que temo tudo isso e não posso falar pelo partido, porque hoje eu não tenho uma função de liderança e só posso falar por mim. Já fui ministro do primeiro governo de Dilma e não posso ser contra a tudo isso que eu já participei".