
Cidade
Proprietários detonam estrutura de prédio em Villas; construtora rebate
A construção do prédio Villas Business, da construtora Graute Empreendimentos, que tem 73 salas comerciais, localizado na Avenida Luis Tarquínio em Lauro de Freitas começou em 2011, com previsão de entrega em até 18 meses. O “Habite-se” somente foi entregue aproximadamente 30 meses depois e, segundo os proprietários, prédio apresenta diversos problemas.

Foto: Reprodução / Youtube
A construção do prédio Villas Business, que tem 73 salas comerciais, localizado na Avenida Luis Tarquínio em Lauro de Freitas começou em 2011, com previsão de entrega em até 18 meses. No entanto, para os 28 donos das salas comerciais o “Habite-se” somente foi entregue aproximadamente 30 meses depois.
“Quando eles fizeram a primeira reunião para entregar o imóvel, o encontro não foi bem sucedido por conta da quantidade de defeitos de construção no imóvel”, afirmou Alex Cruz, engenheiro civil e um dos dos proprietários.
A empresa responsável pela construção do edifício é a Graute Empreendimentos que está há doze anos no mercado. O gerente comercial e jurídico da empresa, Gilson Pinheiro admitiu que alguns problemas levantados pelos proprietários de fato procedem.
“Nós já estamos por dentro dessas denúncias e em algumas coisas ele tem razão. Mas pela maneira que ele nos trata, com palavras de baixo calão, estamos tomando as medidas necessárias junto a polícia. Independente disso, estamos corrigindo as instalações do reservatório e também a parte de permeabilidade do prédio”, afirmou em entrevista ao Metro1.
Os proprietários alegam que os construtores atravessaram tubos de água pluvial e de esgoto pelo mesmo reservatório e que o plano de incêndio dos bombeiros não tinha sido obedecido. Alex Cruz também alega defeitos de acabamento nas áreas comuns do prédio. “Foi tudo feito com peças e material de má qualidade”, afirmou.
Gilson rebate. “O plano de incêndio foi obedecido. Nós entregamos as salas “no osso” e não temos responsabilidade de colocar ‘sprinklers’ no teto. Ainda assim estamos providenciando”.
Sobre o atraso na entrega do empreendimento, Gilson disse que o baixo número de unidades vendidas retardou as obras e que por contra disso poderia até ser cancelada. “Nós preferimos construir com recursos próprios para não lesar os clientes”, finalizou.
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