Quarta-feira, 27 de outubro de 2021

Cultura

No dia nacional do teatro, reportagem multimídia revela os desafios do teatro virtual baiano durante a pandemia

“O espetáculo não pode parar”, ouviu mais de 30 profissionais do teatro baiano para entender os principais desafios do período para o setor

No dia nacional do teatro, reportagem multimídia revela os desafios do teatro virtual baiano durante a pandemia

Foto: Divulgação/João Paulo Sebadelhe

Por: Metro1 no dia 19 de setembro de 2021 às 13:00

Foram quase dois anos de portas e cortinas fechadas sem poder receber a plateia. Com a chegada do novo coronavírus e a impossibilidade de reunir pessoas em espaços fechados, os teatros foram obrigados a suspender as atividades e seus profissionais a buscar novas formas de seguir trabalhando mesmo sem o encontro presencial com a plateia ou a estrutura das casas de espetáculos. No dia 19 de setembro, marcado como o Dia Nacional do Teatro, a reportagem multimídia “O espetáculo não pode parar” revela os principais desafios enfrentados por atores, diretores e técnicos de teatro na Bahia para realizar o teatro virtual trazido pela pandemia.

Entre os mais de 30 profissionais do teatro baiano ouvidos pela reportagem estão nomes consagrados como Frank Menezes, Ricardo Castro, Aicha Marques e Marcelo Praddo. Atores premiados como Rita Assemnay, Vivianne Laert e João Guisande e profissionais da técnica como o figurinista Maurício Martins e a cenógrafa e diretora de arte Renata Mota. Todos foram provocados a refletir sobre o período de teatros fechados, os limites encontrados no que seria o teatro feito pela internet e seus principais desafios, seja do ponto de vista técnico, financeiro ou da criação artística.

Construída através da junção destes depoimentos, a reportagem é resultado de mais de um ano de trabalho do acadêmico de jornalismo Gabriel Amorim e está sendo apresentada como seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) para finalizar a graduação em Comunicação com Habilitação em Jornalismo, na Faculdade de Comunicação (Facom) da Universidade Federal da Bahia (Ufba). 

Envolvido com teatro desde os 10 anos de idade, Gabriel Amorim conta que sempre quis envolver o teatro no trabalho que sempre quis envolver a arte no trabalho que marcaria o fim da sua graduação em comunicação. “Costumo brincar que sou um ator amador no melhor sentido da palavra, de quem faz por amor. Sempre soube que o teatro iria ser o tema para o meu trabalho de conclusão de curso, mas tinha uma outra ideia de projeto. Com a chegada da pandemia tudo se transformou no mundo, não poderia ser diferente com o teatro, nem com este trabalho. Por isso resolvi unir tudo e olhar com cuidado para este momento tão desafiador”, explica o formando em jornalismo sobre as motivações para a reportagem.


 

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