
Cultura
Roger Waters faz releitura do lendário "The Dark Side of the Moon", 50 anos depois
"A mensagem e o conceito resistiram ao tempo", afirmou o ex-baixista e vocalista do Pink Floyd

Foto: Divulgação
“É o aniversário de 50 anos do álbum original e achei que merecia ter uma nova percepção. Isso pode ser feito porque a mensagem e o conceito resistiram ao tempo", assim Roger Waters explicou, em vídeo publidado no YouTube, a releitura de "The Dark Side of the Moon", um dos mais consagrados álbuns história da música, que celebra 50 anos em 2023.
"The Dark Side of the Moon Redux" chega às plataformas de streaming nesta sexta-feira (6). Com 80 anos, o ex-baixista e vocalista do Pink Floyd disse ainda: "Precisava falar sobre isso novamente. Então fiz uma versão diferente que não é para substituir o original, mas sim lembrar e dar um complemento como se fosse um progresso do disco original".
E mais: "Eu amo o original e o que Nick Mason, Rick Wright, David Gilmour e eu fizemos. A nova gravação eu acho que é mais reflexiva e indicativa. É uma reinterpretação e espero que possamos ganhar mais com ela do que em 1973, quando foi lançada. Porque faz parte das nossas vidas há 50 anos e ainda não respiramos o ar [referência à música “Breathe (In The Air)”]. Estou muito orgulhoso. Espero que seja um bom encontro para as pessoas, não apenas para as que gostam de música, mas também para as que gostam do amor e da vida”.
A icônica capa do álbum (reproduzida e parodiada em camisetas, bonés, bolsas, canecas, e tudo o mais) também foi reimaginada: agora o famoso prisma está marcado na íris do olho de um lobo.
No vídeo de divulgação, publicado em seu canal oficial, Roger Waters faz questão de citar os músicos que o acompanharam nas gravações: Joey Waronker na bateria, Gus Seyffert nos sintetizadores, Johnny Shepherd no órgão, Azniv Korkejian nos vocais, Jonathan Wilson na guitarra, e Jon Carin nos sintetizadores.
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