
Economia
CNI defende diálogo e pede cautela com Lei da Reciprocidade contra os EUA
Na próxima semana, mais de 100 empresários brasileiros integrarão uma missão oficial em Washington

Foto: CNI/DIVULGAÇÃO
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) avalia que não é o momento adequado para acionar a Lei da Reciprocidade Econômica contra os Estados Unidos, mesmo após a autorização do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para dar início ao processo.
O presidente da entidade, Ricardo Alban, defendeu que a indústria brasileira seguirá priorizando o diálogo e as negociações diplomáticas como forma de tentar reverter a taxação de 50% aplicada pelo governo Donald Trump sobre produtos nacionais.
Segundo Alban, é essencial preservar uma parceria comercial que já ultrapassa dois séculos e que, na visão dele, se apoia em economias complementares.
Na próxima semana, mais de 100 empresários brasileiros integrarão uma missão oficial em Washington. A agenda prevê encontros com autoridades norte-americanas, reuniões com o setor privado local e a participação em uma audiência pública relativa à investigação comercial aberta pelos EUA.
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