Economia

Rui critica fechamento de fábrica no Polo de Camaçari: ʹNão dá para entenderʹ

O governador Rui Costa criticou o fechamento, pela Petrobras, da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados da Bahia (Fafen-BA), localizada no Polo Petroquímico de Camaçari. [Leia mais...]

[Rui critica fechamento de fábrica no Polo de Camaçari: ʹNão dá para entenderʹ]
Foto : Camila Souza/ GOVBA

Por Matheus Morais no dia 20 de Março de 2018 ⋅ 12:42

O governador Rui Costa criticou o fechamento, pela Petrobras, da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados da Bahia (Fafen-BA), localizada no Polo Petroquímico de Camaçari. A decisão de encerrar as atividades produtivas se deve às perspectivas de perdas da Petrobras com a operação.

"É uma notícia muito ruim. Ontem a Petrobras, infelizmente, tomou uma decisão péssima para o Nordeste e péssima para o Brasil: o fechamento da Fafen, fábrica de fertilizantes, na Bahia e em Sergipe. O nosso Brasil está se afirmando como uma nova potência da agricultura familiar, na produção de grãos, de proteínas. Infelizmente, a nação que quer ser celeiro do mundo, fecha essas fábricas. O que o governo quer, fechando duas fábricas tão importantes para a produção de alimentos no Brasil? Não dá para entender. Vai nossa manifestação de repúdio ao governo federal. Eu não consigo entender porque o governo federal e seus aliados nos estados odeiam tanto o Nordeste", apontou o petista no programa "Papo Correria", que ele apresenta nas redes sociais.

"Onde eles querem chegar, o que eles querem fazer do Brasil? Já quebraram as empresas de construção. O polo naval da Bahia está parado. Estão aumentando o desemprego e o sofrimento das famílias brasileiras. Infelizmente, a troca de presidente só vai acontecer em 2019. Quantos pais de famílias eles vão prejudicar? Quero conclamar os baianos e baianas. Já falei com os senadores Otto Alencar e Lídice da Mata, vou falar com Roberto Muniz também, para que eles levantem a voz no Senado repudiando esse comportamento do governo. Não podemos aceitar, em hipótese nenhuma, isso. De um lado querem colocar o exército na rua e do outro, aumentam o desemprego", completou.

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