Educação
Ufba se torna primeira universidade federal a adotar eleição direta para reitoria após nova lei

Aparelhos só serão permitidos em atividades pedagógicas ou em casos excepcionais, como os de alunos com deficiência que necessitam de tecnologia assistiva

Foto: Giovanna Cornelio/Pixabay
O Ministério da Educação (MEC) promoveu, na manhã desta sexta-feira (31), um evento virtual para orientar as escolas sobre a restrição ao uso de celulares durante aulas e intervalos. A proibição foi oficializada em 15 de janeiro, após a sanção de uma lei pelo presidente Lula, abrangendo toda a educação básica – tanto pública quanto privada –, incluindo educação infantil, ensino fundamental e médio.
A pasta também anunciou que, em fevereiro, serão adotadas duas novas medidas: um decreto presidencial para esclarecer aspectos específicos da legislação; uma resolução do Conselho Nacional de Educação (CNE) com diretrizes operacionais. "A gente quer otimizar o uso, potencializar os benefícios e mitigar os efeitos nocivos [da tecnologia]", afirma Kátia Schweickardt, secretária da Educação Básica do MEC.
As escolas devem reforçar que a medida foi tomada para proteger os alunos. "Vai haver resistência, como também houve quando os cintos de segurança passaram a ser obrigatórios", diz Anita Stefani, diretora de Apoio à Gestão Educacional do MEC.
As exceções devem ser respeitadas. O uso de celular é permitido em situações relacionadas:
O local onde os celulares ficarão guardados será uma decisão de cada escola. A restrição ao uso dos celulares deve se manter inclusive no "tempo livre". As práticas adotadas devem ser revistas periodicamente para ajustes e melhorias.
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